A humanização e suas classes: uma reflexão.

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Muitas pessoas acham que pelo fato de nascerem ricas ou bem estruturalmente são imunes há tudo. Às vezes até pisam nos outros porque seu capital é maior.

Acham que a humanização exige distinção, mas não somos todos iguais de carne, osso, tecidos e etc. Eu vejo cada situação que fico apavorado. Uma vez ouvi alguém me dizer que “sou rico posso tudo”, e dias depois encontrei com esta mesma pessoa na emergência do hospital junto comigo esperando atendimento.

Escolhi a Enfermagem não para me achar e sim para mostrar que mesmo sendo de família simples, estou lutando para ser alguém e fazer a diferença na sociedade salvando vidas, ver as pessoas bem. Não há nada no mundo que pague salvar uma vida e ouvir um “muito obrigado” ou um sorriso de agradecimento, um gesto de gratidão.

Nos finais de semana, trabalho em uma clínica geriátrica e é muito gratificante para mim ouvir o “bom dia” dos avós que ali estão ou o “muito obrigado” pela ajuda que lhe estendo.

Se cada pessoa fizesse algo sem esperar por algo em troca, a humanidade seria melhor, mais gratificante, mais alegre. Sem divisão de classe social, cor, raça ou credo. Todos iguais. Faça sem precisar de algo em troca, hoje é você quem faz, amanhã é alguém fazendo algo por você.

Reflexão elaborada na aula de Humanização e Ética com Professora Enfermeira Michelle pelo aluno Pablo Rosado da 37ª turma do curso Técnico em Enfermagem.

Se você ficou se perguntando o que precisa para fazer um curso técnico em enfermagem? Separamos 05 razões que nos movem.

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